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quarta-feira, 24 de janeiro de 2018

Pesquisador aponta atraso de diagnóstico como responsável por surto de malária na Bahia

                                  Pesquisador aponta atraso de diagnóstico como responsável por surto de malária na Bahia
Apesar do número de 21 casos de malária registrados em Wenceslau Guimarães assustar por ter ultrapassado a média baiana de 18 ocorrências por ano em todo o território (veja aqui), o surto localizado no município do sul do estado não é alarmante. De acordo com Bruno Bezerril, médico pesquisador da doença na Fiocruz, o surto não tem condições de se espalhar para o resto da região ou do estado. “A malária não é como a febre amarela, por exemplo”, declara. “O mosquito vetor que transmite a enfermidade vive apenas em áreas florestais ou rurais e não é encontrado em toda a Bahia”, argumenta o médico que acredita em “chances pequenas” do alastramento da endemia. “Fora do ambiente urbano, não tem como o mosquito fugir das áreas com florestas e zonas rurais”, fala. Apesar do não convívio urbano, o ciclo da malária obedece uma lógica parecida com a transmissão de outras doenças tropicais, como a dengue. Um mosquito contaminado com o parasita da doença pica uma pessoa que, com o sangue contaminado, passa a transmitir a condição para outros mosquitos, que picam outras pessoas.

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