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quinta-feira, 3 de maio de 2018

Moradores de ocupação pagavam R$ 400 de aluguel em prédio que desabou em SP

                                    

Moradores do prédio que desabou após incêndio no Largo do Paissandu, no Centro de São Paulo, disseram ao SP1 que pagavam um aluguel de até R$ 400 para morar no edifício ocupado. O dinheiro era usado para pagar as despesas do prédio que tinha até porteiro.

Os moradores disseram que o prédio era organizado, tinha carteirinha de identificação usada para controlar o pagamento mensal.

“Todo mundo pagava aluguel, ninguém morava de graça. Eu pagava R$ 400 reais”, disse a moradora Fabio Rodrigues da Silva.

O edifício Wilton Paes de Almeida, que desabou em incêndio de grandes proporções no Centro de São Paulo na madrugada desta terça-feira (dia 1º), havia sido tombado em 1992 por ser considerado “bem de interesse histórico, arquitetônico e paisagístico”, o que garantia “a preservação de suas características externas”.

Projetado em 1961 pelo arquiteto Roger Zmekhol seguindo a escola modernista, tinha 24 andares e ficava na região do Largo do Paissandu. Desde setembro de 2002, pertencia à União.


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Ele chegou a abrigar a sede do INSS e da Polícia Federal. Em 11 de fevereiro de 2015, foi lançado um edital para venda do prédio. O valor calculado era de mais de R$ 20 milhões.

Atualmente, estava ocupado irregularmente no local. Em nota, a prefeitura de São Paulo informou que, até o momento, foram cadastradas 248 pessoas de 92 famílias.

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