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segunda-feira, 25 de junho de 2018

Lixo acumulado nas ruas da capital piora risco de doenças no inverno

                          Em Salvador e RMS é comum encontrar dejetos perto de praias, rios, canais e bueiros - Foto: Tiago Caldas | Ag. A TARDE | 21.06.2018
Com a chegada do inverno, o acúmulo de lixo nas ruas e praias ocasiona graves consequências para o meio ambiente, que podem interferir diretamente na saúde da população. Em Salvador e região metropolitana (RMS), é comum nos depararmos com dejetos nos arredores de praias, rios, canais e bueiros, o que aumenta a poluição ambiental, além de acarretar transtornos como alagamentos e dezenas de praias consideradas impróprias para banho.

Recentemente, de Periperi a Piatã – passando por Ondina, Rio Vermelho, Pituba, Patamares e Boca do Rio –, 18 praias foram apontadas impróprias para o banho pelo Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema), por terem apresentado mais de 20% das amostras coletadas, em cinco semanas consecutivas, resultados superiores a 1.000 coliformes fecais e/ou 800 Escherichia coli, e/ou valores maiores a 2500 coliformes termotolerantes, e/ ou 2000 Escherichia coli, ou, ainda, 4000 enterococos por 100 ml de água. Em todos esses locais, o acúmulo de lixo chama atenção de banhistas.

Ações efetivas e projetos de reciclagem, com a coleta seletiva do lixo, de acordo com a turismóloga e pesquisadora do assunto Roberta Celestino Ferreira, são fundamentais para resolução contínua do problema, uma vez que o destino final do lixo é um dos agravantes da degradação do meio ambiente.

“A coleta seletiva e a reciclagem de resíduos sólidos são as principais alternativas para redução do volume de dejetos a serem dispostos em aterros ou lixões”, ressalta Roberta.

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