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quarta-feira, 18 de julho de 2018

QUASE 40 CRIANÇAS SÃO ENVENENADAS POR DIA.

QUASE 40 CRIANÇAS SÃO ENVENENADAS POR DIA.
A sociedade brasileira de pediatria SBP revelou que diariamente cerca de 37 crianças e adolescentes são vítimas da intoxicação no Brasil.
Os estudos se baseou em informações do sistema nacional de informações toxicofarmacêuticas e considerou como adolescentes aquiles menores de 19 anos.
A exposição indevida a medicamentos é a principal causa da intoxicação, mas não é a única conforme explica o presidente do departamento de toxicologia e saúde ambiental da SBP, Carlos Augusto Melo.
Os medicamentos são a principal causa de intoxicação no mundo, principalmente em crianças na fase pré-escolar no entanto produtos de higiene e limpeza também são origens comuns de intoxicação infantil.
O levantamento foi feito usando uma base de dados de 1999 a 2016. Nesse período foram somados pouco mais de 245 Mil casos de intoxicação no Brasil, dos quais quase 130 mil a cometeram crianças com idades entre 1 a 4 anos. Ao todo, 240 crianças e adolescentes não sobreviveram.
Apesar de problema ser mundial, nos Estados Unidos e na Europa é mais difícil encontrar casos como esses. Mesmo que os pais, avós ou tios estejam distraído, a intoxicação é menos freqüente porque existe legislação obrigando que a indústria farmacêutica ponha um lacre de segurança no produto. Isso criou uma barreira física sente a criança o medicamento. Aqui existem propostas nesse sentido mas não saíram do papel argumentou especialista.
Dos 11 estados analisados, São Paulo lideram ranking de intoxicação, com 88 mil ocorrências.
No Brasil as pessoas têm o péssimo hábito de fazer verdadeiras farmácias domésticas. Elas deixam as caixas em cima do criado-mundo ou no balcão do banheiro dando acesso fácil as crianças, alerta especialista.
Para evitar acidentes, a recomendação é que o adulto tome um remédio e depois me lembre de guarda-lo em um armário alto, de preferência trancado. Caso a criança se intoxque o adulto não deve provocar o vomito, porque isso pode causar um traumatismo no céu da boca da criança ou piorar a situação. É salutar dar um copo de água, mas deve-se evitar alimentar a criança até que ela seja avaliada pelo médico.
 Para orientar população a SBP lançou guia prático de atualização, sobre o tema. O documento orienta sobre limites de dosagem de cada composto que separou assunto por tópicos, como analgésicos, descongestonantes navais, anti históricos, antispamodios, anti convulsivos.
A SBP preocupa com a prevenção, orientando os pais sobre os cuidados necessários para manter crianças e adolescentes fora de perigo. Um dos pontos que devem ser resaltado é que cada região do país tem um centro de intoxicação.  Quem tem criança em casa deve ter esse contato salvo, para ser orientado em caso de acidentes. As vezes a situação não é grave e procurar esse centro evita perder tempo em prontos socorros e ajudar a desafogar o serviço de saúde da região.

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