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segunda-feira, 20 de agosto de 2018

Seis Brasileiros morrem por hora por erros médicos

SEIS BRASILEIROS MORREM POR HORA POR ERROS MÉDICOS
Aproximadamente 150 pessoas morrem diariamente no Brasil devido a erros médicos em hospitais públicos ou privados. Só em 2017 a estatística somou 54 mil mortes de pacientes sendo que 36 Mil delas poderiam ter sido evitadas. Os dados são do segundo anuário da segurança assistencial hospitalar - uma pesquisa realizada pelo Instituto de estudos de saúde suplementar e pelo Instituto de Pesquisa Feluma, da  Faculdade de Ciências Médicas de Minas Gerais. O documento se refere a esses óbitos como eventos adversos graves, com a prevalência geral de 6, 4% da população atendida pelo sistema único de saúde SUS, 7, 1% na população atendida pela saúde suplementar e 7, 0% se avaliado o conjunto da população.
Os eventos adversos infecciosos mais prevalentes são septicemia (infecção generalizada), pneumonia, infecção do trato urinário que usualmente estão Associados a dispositivos invasivos como cateter vascular Central, ventilação mecânica e sondas vesicais, respectivamente, infecção de sítio cirúrgico. A psicóloga Juliana Barros quase entrou para estatística ao contráir sepse no ambiente hospitalar. Ela teve uma pedra no rim e ao retira-la a cirúrgicamente contrário infecção generalizada. "Eu estava em um hospital bem conceituado em São Paulo, mas os médicos não conseguiram explicar o porquê de aquilo está acontecendo. O cirurgião, inclusive, não me orientou sobre o risco me mandou para casa já infecçãoção e, quando voltei a ficar internada não me tratou com medicamento correto mesmo quando eu estava quase morrendo. se não fosse os meus familiares exigirem um infectologista e a troca do tratamento certamente eu não estaria aqui, lembra. Para Luiz Augusto Carneiro, superintendente executivo do instituto de estudos de saúde suplementar o problema pode ser maior do que parece.
O fato que os hospitais analisados serem considerados de primeira linha que apresentarem esses números indicam que a média nacional projetada parte da amostra estudada provavelmente está subestimando o problema. É possível que ainda mais brasileiros morram por eventos adversos do que o detectado, comentou.
Em relação aos eventos adversos graves relacionados assistência hospitalar, sua prevalência de 1,9% na população atendida pelo SUS e 1,4% por cento na população atendida pela saúde suplementar e 1, 5% no conjunto.
O levantamento monstrou ainda os gastos gerados pelos eventos diversos: só no ano passado eles custaram 10,6 bilhões ao sistema privado. De acordo com anuário não foi possível calcular o valor para o SUS visto que que a variação de receita nos hospitais públicos.
Além das vidas perdidas e dos pacientes que tiveram sua recuperação ou sua qualidade de vida afetada esse problema ainda terminar um elevado impacto em eleitos dia para o sistema de saúde brasileiro.
Em 2017, cada fahla ou erro estendeu o período de internação em 14,4 dias, em média.
na rede privada foi de 10,5 dias e no SUS de 16,4 dias. Segundo o instituto de estudos de saúde suplementar os eventos adversos inerentes a qualquer serviço de saúde mesmo nos melhores e mais sofisticados do mundo.

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