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segunda-feira, 27 de agosto de 2018

Uma denúncia contra 26 suspeitos de integrar uma suposta organização criminosa que atuava no Ministério do Trabalho foi apresentava nesta segunda-feira (27) pela procuradoria-Geral da República (PGR), que alega a prática de negociação ilegal de registro sindicais. A PGR pede condenação e a decretação da perda do mandato ou cargo público dos acusados e o pagamento do valor mínimo de R$ 4 milhões de indenização por danos materiais e outros R$ 4 milhões por danos morais. Entre os denunciados estão o presidente do PTB, Roberto Jefferson, os deputados federais Cristiane Brasil (PTB-RJ), filha de Jefferson, e Paulo Pereira da Silva (SD-SP), e o ex-ministro do Trabalho Helton Yomura, que foi afastado do cargo durante as investigações. Também foram denunciados os deputados federais Jovair Arantes (PTB-GO), Nelson Marquezelli (PTB-SP), Wilson Filho (PTB-PB) e o ex-deputado Ademir Camilo (MDB-MG). A denúncia foi apresentada ao STF (Supremo Tribunal Federal). O processo é relatado pelo ministro Edson Fachin. De acordo com a denúncia da Procuradoria, Roberto Jefferson e Cristiane Brasil utilizavam a influência sobre as decisões do ministério para se favorecer politicamente. "Destaca-se que Cristiane Brasil determina a prática de uma grave e séria decisão administrativa, com repercussão na representatividade de toda uma categoria, com vistas a atender aos seus anseios pessoais, usando a máquina administrativa para se favorecer politicamente", diz a denúncia.

Uma denúncia contra 26 suspeitos de integrar uma suposta organização criminosa que atuava no Ministério do Trabalho foi apresentad
a nesta segunda-feira (27) pela procuradoria-Geral da República (PGR), que alega a prática de negociação ilegal de registro sindicais. A PGR pede condenação e a decretação da perda do mandato ou cargo público dos acusados e o pagamento do valor mínimo de R$ 4 milhões de indenização por danos materiais e outros R$ 4 milhões por danos morais.

Entre os denunciados estão o presidente do PTB, Roberto Jefferson, os deputados federais Cristiane Brasil (PTB-RJ), filha de Jefferson, e Paulo Pereira da Silva (SD-SP), e o ex-ministro do Trabalho Helton Yomura, que foi afastado do cargo durante as investigações. Também foram denunciados os deputados federais Jovair Arantes (PTB-GO), Nelson Marquezelli (PTB-SP), Wilson Filho (PTB-PB) e o ex-deputado Ademir Camilo (MDB-MG).

A denúncia foi apresentada ao STF (Supremo Tribunal Federal). O processo é relatado pelo ministro Edson Fachin.  De acordo com a denúncia da Procuradoria, Roberto Jefferson e Cristiane Brasil utilizavam a influência sobre as decisões do ministério para se favorecer politicamente.

"Destaca-se que Cristiane Brasil determina a prática de uma grave e séria decisão administrativa, com repercussão na representatividade de toda uma categoria, com vistas a atender aos seus anseios pessoais, usando a máquina administrativa para se favorecer politicamente", diz a denúncia.

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