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domingo, 18 de novembro de 2018

Missa de sétimo dia reúne amigos e familiares de assessor parlamentar morto a tiros em Salvador

Missa de sétimo dia em memória de Jerrian Cunha Silva, 28 anos, morto a tiros em Salvador — Foto: Site Chapada News

Cerimônia foi realizada na cidade de Seabra, onde mora a família de Jerrian Cunha Silva, que também era estudante da Universidade do Estado da Bahia (Uneb). Ele foi assassinado quando voltava do trabalho na segunda-feira (12).
Uma missa reuniu amigos e familiares de Jerrian Cunha Silva, de 28 anos, na manhã deste domingo (18), na cidade de Seabra, região da Chapada Diamantina, na Bahia.Jerrian Cunha foi morto a tiros a caminho de casa — Foto: Reprodução/Facebook


O rapaz foi morto a tiros em Salvador, na segunda-feira (12), quando voltava para casa, após o trabalho. De acordo com a polícia, ele foi abordado por dois homens em uma moto, quando passava pela Avenida Edgar Santos, no bairro de Narandiba, onde morava atualmente.

A cerimônia deste domingo foi realizada na Igreja São Sebastião, na cidade onde o rapaz viveu desde a infância, antes de se mudar para Salvador. A missa começou às 7h30 e durou cerca de duas horas.

Além de estudar Ciências Sociais na Universidade do Estado da Bahia (Uneb) na capital baiana, Jerrian Cunha era assessor parlamentar da deputada estadual Ivana Bastos (PSD).

Jerrian foi enterrado na última quarta-feira (14), no distrito de Macambo, na cidade de Boninal, cidade vizinha à Seabra, onde ele nasceu.


Investigações
Na tarde de sábado (17), a Polícia Civil da Bahia descartou a hipótese de latrocínio, que tinha sido levantada, e passou a tratar o caso como um crime de homicídio.

A morte está sob investigação da 2ª Delegacia de Homicídios (DH/Central), do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP). Contudo, ainda não há informações sobre autoria e motivação do crime.


Jerrian Cunha foi morto a tiros a caminho de casa — Foto: Reprodução/Facebook Jerrian Cunha foi morto a tiros a caminho de casa — Foto: Reprodução/Facebook
Jerrian Cunha foi morto a tiros a caminho de casa — Foto: Reprodução/Facebook

O irmão de Jerrian, Pedro Cunha, contou que o assessor parlamentar nunca relatou ameaças para a família, mas acredita que a atividade política dele na região da Chapada Diamantina possa ter relação com o caso.

"Não relatou ameaça por que aqui em casa nós o aconselhávamos a não denunciar as irregularidades por medo de algo contra ele, então, para não nos preocupar, não nos relatava. Mas é uma possibilidade. O meu irmão sempre denunciou irregularidades nos municípios da Chapada, chegou a ser intimado algumas vezes. É possível que alguém tenha se sentido prejudicado por isso", contou o irmão.

Jerrian morava em Salvador desde agosto do ano passado, quando começou a estudar Ciências Sociais na Uneb. O jovem era o terceiro de quatro irmãos - dois homens e duas mulheres.

Tanto Pedro quanto as duas irmãs de Jerrian, que moram em São Paulo, retornaram para a Bahia para acompanhar as investigações. A família é natural da cidade de Boninal, na Chapada, mas os pais moram atualmente em Seabra.

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