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sexta-feira, 4 de janeiro de 2019

Homem é suspeito de ter matado duas pessoas após supostas cirurgias espirituais

Um homem está sendo procurado pela polícia após ser acusado de ter provocado a morte de duas pessoas após supostas cirurgias espirituais realizadas em Barreiras, região Oeste da Bahia. Uma outra pessoa que passou pelo procedimento esta internada em estado grave. As informações são da TV Oeste.

De acordo com as informações da polícia civil obtidas pela TV Oeste, o suspeito é chamado pelas vítimas de Antônio e as supostas cirurgias espirituais eram realizadas em uma chácara da cidade. Ele era de Goiás e viajava para Barreiras todos o mês para realizadas os procedimentos.

Uma das vítimas é uma mulher chamada de Vanderluce, de 42 anos. Em entrevista à TV, o marido dela, Eguinaldo Cavalcante, explicou que a mulher sofria de fortes dores abdominais e, em novembro, decidiu fazer o procedimento. Ele e mais três pessoas acompanharam o procedimento que durou mais de três horas.

"Foi introduzida uma agulha na parte do abdômen, na linha da cintura, abaixo do 'umbigo', entre a genitália dela. Ele fazia cirurgia numa sala, no meio de todo mundo, homem, mulher, criança, todo mundo junto", disse Eguinaldo.

Após a suposta cirurgia espiritual, Venderluce teria tomado uma substância receitada e vendida pelo suposto médium. Em seguida, a mulher passou mal e foi internada. Em um mês, ela morreu por causa de uma infecção generalizada. Eguinaldo tentou entrar em contato com o suposto médium, mas não obteve resposta.

"Eu estou lutando com todas as forças, mas sei que a justiça ser a de Deus. Estou tentando entrar em contato por telefone, mando pessoas ligarem de números diferentes, não estou conseguindo entrar em contato de maneira alguma", afirmou Eguinaldo.

O marido de Sonha Maria Alves, Mário, de 71 anos, está internado em estado grave após realizar uma cirurgia com o suposto médium, mas já conseguiu superar as complicações mais graves do procedimento que realizou nos testículos.

"A gente passou pela filha dele, que faz parte da equipe, e ela cobrou R$ 200 pela cirurgia e mais R$ 600 pelos medicamentos. Inchou muito. A gente veio para o Hospital do Oeste e quando chegamos aqui foi preciso ser feita uma cirurgia de emergência", contou Sonha.

Um inquérito policial foi aberto no dia 6 de dezembro para investigar o caso após denúncias de pessoas atendidas pelo suspeito.

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