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quarta-feira, 23 de janeiro de 2019

Poder público e sociedade civil se unem para fortalecer política ambiental em Lauro de Freitas

Marcando a união da sociedade civil com o poder público, novos integrantes do Conselho Municipal da Política Ambiental Integrada (Compai) de Lauro de Freitas foram empossados em suas funções, nesta quarta-feira (23), na sala de reuniões da Secretaria Municipal de Cultura (Secult), para o exercício do biênio 2019/2020. Composto por 20 membros, o grupo tratará de propostas, avaliações e ações para o desenvolvimento de políticas que beneficiem o meio ambiente e a qualidade de vida no município.
Ao dar boas-vindas aos novos conselheiros, o presidente da entidade e gestor da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Semarh), Alexandre Marques, pediu dedicação dos novos membros para colocar em prática planos e ações que assegurem a preservação ambiental de Lauro de Freitas. “Precisamos ter um olhar diferenciado para todas as questões que incluem o ecossistema. Nosso município corta três importantes rios que precisam ser preservados, além do cuidado com vegetação nativa e animais. Cuidar dos recursos ambientais é garantir de forma sustentável o desenvolvimento humano”, frisou.
A posse dos conselheiros foi conferida pela prefeita de Lauro de Freitas, Moema Gramacho, pelo decreto municipal Nº4.363, de 18 de Janeiro de 2019. Na cerimônia, foram apresentados os representantes de caráter paritário que deliberaram para a próxima semana reunião para escolha do presidente em plenária de votação simples, releitura do regimento interno e apresentação do executivo do Compai. “Este momento formaliza a posse que já foi publicada em diário oficial. As ações do Conselho não são apenas deliberativas, são também normativas, pois aproximam o empoderamento da sociedade civil nas decisões”, destacou o suplente da presidência, Marcelo Cardoso.
Entre outras tarefas, o Compai é responsável por fiscalizar ações voltadas ao meio ambiente e por sensibilizar a sociedade para a consciência, educação e sustentabilidade ambiental. Mônica Silva, representante da Secretaria Municipal de Saúde no Conselho, destaca que a monitoração das ações humanas é fundamental para a preservação do planeta. “As ações humanas que interferem no meio ambiente impactam diretamente a saúde. No município, a vigilância em saúde ambiental, por exemplo, monitora a qualidade da água. Esta e outras medidas são necessárias para a nossa própria sobrevivência”, ressaltou.
Representando entidades de ensino, pesquisa e serviços técnicos, Alessandra Argolo enfatiza que o “conhecimento produzido na academia pode gerar soluções para os problemas que a sociedade enfrenta”.

COMPOSIÇÃO
O Conselho Municipal da Política Ambiental Integrada é composto por número igual de representantes do poder público e da sociedade civil organizada. Estão envolvidas no órgão as secretarias de Meio Ambiente, saneamento e Recursos Hídricos, Governo, Saúde, Educação, Serviços Públicos, Infraestrutura, Planejamento e Gestão Urbana, Trânsito e Transporte, Cultura e Turismo. Da sociedade civil, são contemplados representantes dos segmentos de organização não governamental ambientalista, empresariais, comunitárias, de ensino, pesquisa e serviços técnicos, de povos e comunidades tradicionais, do comitê da bacia hidrográfica do Recôncavo Norte, de Conselhos Gestores de Unidades de Conservação, entidade civil e associação profissional.

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