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sexta-feira, 3 de maio de 2019

Reunião entre empresários e rodoviários termina sem acordo

Reunião realizada nesta quinta-feira, 2, entre rodoviários de Salvador e patrões, mediada pela Superintendência Regional do Trabalho, terminou sem acordo. Os rodoviários pedem um reajuste salarial de 8%, valorização no tíquete-alimentação e outras pautas sociais.

No primeiro encontro formal desta campanha salarial, os empresários mantiveram a proposta de 2,7% de reajuste, o que não foi aceito pela classe trabalhadora. Um novo encontro está marcado para o dia 10, às 10h30, quando os empresários vão apresentar uma nova proposta. Caso não haja um acordo, os rodoviários garantem que a categoria pode se definir por uma greve por tempo indeterminado.

“Está tudo em aberto. Estamos preparando a categoria para, se possível, fazer uma greve geral”, afirmou Hélio Ferreira, presidente do Sindicato dos Rodoviários.

Campanha salarial

A superintendente do Trabalho na Bahia, Gerta Schultz, fez a mediação na reunião entre os empresários do setor e os rodoviários ontem. Ela avaliou a reunião como positiva e informou que aguarda definição sobre o índice inflacionário, no dia 10, para que as pautas econômicas sejam discutidas.

“Avançamos nas causas sociais. É importante que a gente possa evoluir não apenas na recomposição salarial, mas também para a melhoria na qualidade do trabalho”. Quem representou o sindicato patronal foi Jorge Castro, diretor de relações institucionais da Integra, empresa responsável pelos coletivos de Salvador. Ele promete uma definição na próxima semana. “Vamos estudar a proposta apresentada e trazer uma resposta no dia 10”, disse.

No dia 26 de abril os rodoviários atrasaram as saídas das garagens, e o presidente do sindicato da categoria não descarta outros eventos do tipo até a data da próxima reunião.

“O sindicato está programando fazer uma assembleia na próxima semana para discutir quais serão os próximos passos”.

Além do reajuste salarial, os rodoviários reclamam da proposta da Integra de retirar um domingo de folga, acabar com o pagamento de horas extras e da criação do banco de horas.

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