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quinta-feira, 27 de junho de 2019

‘Turma da Mônica — Laços’ entra em cartaz apostando alto, com 700 salas de exibição

SÃO PAULO — Em “Turma da Mônica — Laços” , primeira adaptação dos personagens de Mauricio de Sousa com atores reais, as crianças do bairro do Limoeiro não são traduções literais das páginas dos quadrinhos. A Mônica não levanta um carro com sua força descomunal; o Cebolinha não tem apenas cinco fios de cabelo na cabeça; a Magali não coloca cinco melancias na boca de uma vez só, e o Cascão não está sem tomar banho desde sempre.

Mas quem acompanhou ou acompanha as aventuras dos quatro amigos nas revistinhas, que já venderam mais de 1 bilhão de exemplares, vai reconhecê-los facilmente no longa dirigido por Daniel Rezende. Trata-se de uma adaptação da premiada revista de mesmo nome assinada pelos irmãos Lu e Victor Cafaggi, que estreia nesta quinta-feira em 700 salas — não chega a ser um recorde, mas é um número significativo para uma produção nacional.

Na trama, Floquinho desaparece, e os amigos se unem para procurar o cachorrinho verde do Cebolinha:

— Quando assumi o filme, um meio de entender o live action era responder à seguinte pergunta: “Como seriam esses personagens se eles existissem de verdade?”. Não queria que fosse um filme de HQ farsesco, e sim uma tradução dos quadrinhos para a realidade — diz o cineasta, de volta à direção dois anos depois de lançar "Bingo: O Rei das Manhãs" , sobre a louca vida de Arlindo Barreto, um dos intérpretes do palhaço Bozo, nos anos 1980.

— Partimos de uma premissa: não estamos procurando a Mônica, o Cebolinha, a Magali e o Cascão... — diz Rezende sobre o processo de escolha, que partiu de um universo de 7,5 mil crianças inscritas em um site.. — Procuramos crianças que atraiam a nossa atenção. Com exceção de Kevin (Cebolinha), que tinha participado de filmes e de novelas do SBT e da Record, os outros não tinham experiência.

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