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quarta-feira, 20 de novembro de 2019

Dia da Consciência Negra é celebrado nas escolas estaduais com programação artística e cultural

Ao longo de todo o mês, dentro da campanha do Novembro Negro, os colégios da rede estadual de ensino da capital e do interior do Estado vêm promovendo uma série de atividades artísticas e culturais votadas para a celebração do Dia da Consciência Negra, comemorado no 20 de novembro. Feiras, palestras e debates, exibição de filmes e apresentações musicais e de dança que resgatam e valorizam a cultura e a identidade negra integram a programação. Várias unidades escolares irão realizar uma programação especial nesta quarta-feira. No Colégio Estadual João das Botas, na Barra, em Salvador, os estudantes apresentarão o projeto “Religiões de matrizes africanas, empoderamento feminino, capoeira, maculelê e personalidades negras”.

Os estudantes do Colégio Estadual Professora Candolina Classe VII, no bairro de Pau Miúdo, por sua vez, vão trazer à comunidade a discussão sobre “Identidade negra, empoderamento e resistência”. Outras unidades escolares, como os colégios estaduais Pinto de Aguiar, em Mussurunga; Rubem Dário, na San Martin; Rafael Oliveira, em Cajazeiras VIII; e Luiz Tarquínio, na Boa Viagem, também estão com programação do Novembro Negro para quarta-feira (20).

Em outras unidades escolares, uma série de atividades alusivas à data acontecem nesta terça-feira (19). Foi o caso do Colégio Estadual Tereza Conceição de Menezes, na Liberdade, onde os alunos vão protagonizar o projeto intitulado “A coisa está preta, Francisco”. Os estudantes da Escola Estadual Teodoro Sampaio, em Pirajá, por exemplo, protagonizam a Feira de Ciências e Cultura Negra, com oficinas e rodas de conversa sobre a temática. A professora de Português e idealizadora do Núcleo de Empoderamento Linguagem e Tecnologia (NELT) do Clube de Ciências da Escola Estadual Teodoro Sampaio, Ilca Guimarães, fala sobre o objetivo do evento. “A proposta é provocar entre alunos, professores e toda a comunidade escolar a reflexão sobre a cultura e o povo negro, historicamente excluído e marginalizado”. A programação, que acontecerá nos dois turnos, consta de oficinas diversas, como “Língua e contos africanos; “Turbante-se”, “Trança e pintura afro”; “Rap. A escrita”; “Capoeira”; e “Dança afro”, e rodas de conversas sobre temas como empoderamento negro, afroempreendedorismo, genocídio negro, intolerância religiosa, mulher e resistência, racismo na comunicação e negro na universidade.

Também haverá a apresentação do projeto de pesquisa “Música para surdos como forma de inclusão social”, recém-aprovado para ser apresentado na Feira de Ciências, Empreendedorismo e Inovação da Bahia (FECIBA). O trabalho foi desenvolvido pelas alunas Karine Nicole Vinagre e Lorena Santos, do 8º ano. No Colégio Estadual de Plataforma, no Subúrbio Ferroviário, os estudantes farão a culminância do projeto “Consciência negra”, na sexta-feira (22).

Cruz das Almas

Já no Centro Territorial de Educação Profissional (CETEP) Recôncavo II Alberto Torres, em Cruz das Almas, a exposição fotográfica “O mais belo dos belos - um despertar para o autoconhecimento e a valorização pessoal”, que deu início no último dia 12 a programação do Novembro Negro na unidade, segue aberta até sexta-feira (22). No local, há, ainda, a exposição de textos literários construídos pelos estudantes dos Cursos Técnicos de Administração, Agropecuária, Informática, Nutrição e Secretariado, baseadas nas temáticas desenvolvidas na disciplina Projeto de Vida. Na segunda (18), foram realizadas oficinas temáticas e nesta terça-feira (19) acontece o projeto “Continente africano: formador gastronômico”, com apresentações culturais e culinárias dos alunos.

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